Por um momento, pensei que era um sonho.
Eu precisava ter certeza de que era você. Ali, na minha frente, com os seus olhos azuis.
Um ano passou. Um ano sem te ver, sem te tocar. Sem dirigir uma palavra. Sem saber se você estava bem.
Provavelmente, você nem pensou em mim nesse tempo. Mas eu pensei em você. Toda hora, todo minuto, todo segundo.
E, naquele instante, em que encarei seus olhos novamente, senti toda paixão se transformar em desespero. Eu estava desesperada pra falar com você.
Se tive coragem? Não.
E, em parte, me arrependo por isso.
Porém, fiquei feliz só em te ver de novo.
Acho que não me cansarei de pensar em você tão cedo... (Por mais que isso possa me machucar)
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Hope
Enquanto eu escrevo essas palavras, lágrimas rolam pelo meu rosto. É difícil dizer o que eu sinto. Alguns podem não entender, outros podem entender tão perfeitamente que se identificarão comigo.
Amar é algo mágico. E duradouro.
Mas quando se ama alguém que está longe? E quando se ama alguém que nem conhecemos? E quando se ama alguém tão famoso que é amado pelo mundo todo?
Certas pessoas chamariam esse tipo de amor de platônico. Já eu, no meu caso, chamo de amor verdadeiro. Mas chamo também de esperança.
Porque se não fosse por ela, eu não estaria aqui, chorando de felicidade.
Porque se não fosse por ela, eu não estaria aqui, chorando de felicidade.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
2011
Novo ano. Mais um ano. Nova fase. Mais uma fase.
O ano difere para cada pessoa.
Para mim, é como se tivéssemos mais uma chance de tentar acertar, de correr atrás dos sonhos, de nos tornarmos pessoas melhores, de fazermos novas amizades e mantermos as antigas.
Para alguns, é mais um ano para tentar sobreviver, superar os traumas dos anos anteriores e encontrar algum tipo de coisa que nos faça feliz.
Mas para qualquer um o ano é a vida. Ou seja, faz parte da nossa vida, não podemos "pular" ou esperar que ele passe sem vivermos. Então, o que temos que fazer?
O óbvio, é claro.
O óbvio, é claro.
Viver.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Don't forget
Eu tenho (temos, soaria melhor) o dom de esquecer as coisas muito facilmente. Mas isso poderia funcionar também para algumas pessoas. Assim, seria mais fácil e menos, bem menos doloroso.
Um simples "adeus" doeria na hora, mas seria curado pelo tempo. Um curto tempo.
O único problema seria: eu não quero esquecer. Porque as lembranças, por mais que possam machucar, fazem parte da nossa vida.
"Did you forget about me?"
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Ignorance
Hoje me senti estranha. Talvez fosse porque eu não tinha ninguém próximo a mim - naquele momento - para que eu pudesse compartilhar o que eu estava pensando. Por um instante, me desliguei do mundo (e até me arrependo um pouco desse ato) e diversas imagens passaram pela minha cabeça. Sorrisos, olhares, poucas palavras e alguns toques. Eu não sabia o porque, mas havia vezes em que eu não conseguia parar de olhá-lo. E nessas vezes, ele sempre me olhava. Ficávamos meros segundos naquela troca de olhares, até que um dos dois desviasse o olhar.
Mas hoje não foi assim. Recebi apenas um único e profundo olhar. Nenhum sorriso. Nenhuma palavra.
Teria eu coragem para dizer o que nem eu mesma sei? Coragem para refletir em vez de achar que meus sentimentos não são tão grandes assim?
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Ei, coração
As vezes, eu gostaria de poder mandar no meu coração, ter total controle sobre os meus sentimentos, dizer "Ei, coração, se acalme!" ou até mesmo "Chega, chega de sofrer... É hora de largar o passado e seguir em frente". Mas como isso é possível? Simplesmente, não posso decidir qual sentimento deve prevalecer sobre certa pessoa. Essa não é a minha função.
Essa é a função do meu coração.
Essa é a função do meu coração.
domingo, 22 de agosto de 2010
Lembranças
Lembro de quando nos falamos pela primeira vez. Eu fiquei nervosa, quase não consegui pensar.
Lembro também quando você falou comigo pela primeira vez. Eu fiquei mais nervosa ainda, não sabia o que dizer. Posso ter dito coisas sem sentido. Na verdade, eu disse muitas coisas sem sentido.
Lembro do seu sorriso. Da cor de seus olhos queimando em mim. Você me observava, assim como eu te olhava, sem ter a mínima discrição.
Talvez eu me arrependa por ter investido tanto. Ou talvez não. Se eu não tivesse dado o "primeiro passo", você não iria me notar. Talvez. Mas notou.
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